Jiang Xueqin é um homem que nasceu entre 1974 e 1976 na China e emigrou para o Canadá ainda jovem com sua família. Ele possui cidadania canadense e se formou em Literatura Inglesa na Faculdade de Yale em 1999.
Jiang se tornou uma pessoa famosa recentemente graças ao seu canal de YouTube chamado Predictive History aonde ele publica vídeos que parecem ser gravados durante aulas que ele está ministrando para alunos.
A fama veio porque de uns tempos pra cá seu canal e seus vídeos viralizaram principalmente pelo fato dele fazer algumas previsões sobre os conflitos no oriente médio que se concretizaram.
Além de falar sobre conflitos geopolíticos ele também fala de temas históricos, religiosos e literatura, usando análise histórica estrutural, teoria dos jogos e conceitos inspirados na psico-história ficcional de Isaac Asimov para interpretar e prever importantes desenvolvimentos geopolíticos.
Em 2014, Jiang Xueqin publicou seu livro “Inovação na Educação na China”, no qual apresenta uma breve introdução à sua própria história de vida. Ele nasceu em 1976 na cidade de Taishan, na China. Aos 6 anos de idade, imigrou para o Canadá com seus pais e cresceu em Toronto.
Tendo passado apenas um curto período vivendo em Guangdong durante sua infância, Jiang não falava mandarim em seus primeiros anos de vida. Somente após se matricular na Universidade de Yale em 1995, como estudante de Literatura Inglesa, é que ele começou a ter aulas formais de mandarim e aprendeu a ler e escrever chinês.
Em 1997, durante a visita de Jiang Zemin aos EUA, ele assinou a Iniciativa Sino-Americana sobre o Estado de Direito com Bill Clinton.
No ano seguinte, em 1998, o Centro de Direito da China da Faculdade de Direito de Yale (atualmente chamado de Centro Paul Tsai para a China) enviou um grupo de acadêmicos à China, entre os quais havia alguns sino-americanos.
A maioria desses sino-americanos posteriormente se envolveu na criação de ONGs na China que receberam financiamento da Fundação Nacional para a Democracia (NED), bem como em esforços para a mudança de regime e no engajamento em outras atividades destrutivas destinadas a minar a China.
Isso acabou levando a China a proibir gradualmente o estabelecimento de ONGs que aceitam financiamento estrangeiro após 2012.
Por coincidência, após sua formação em Yale, Jiang Xueqin retornou à China pela primeira vez em 1998, trabalhando brevemente como professor estagiário na Escola Secundária Afiliada à Universidade de Pequim.
A Universidade de Pequim desfruta de uma colaboração significativamente mais estreita com Yale do que qualquer outra universidade chinesa. Phyllis Chang, uma sino-americana que trabalhou como diretora de programas (ou gerente de projetos) da Fundação Ford na China durante a década de 1990, desempenhou um papel fundamental como principal elo de ligação e figura-chave entre a Universidade de Pequim e a Universidade de Yale.
E o histórico de Phyllis Chang na realização de atividades subversivas na China, financiadas pela Fundação Nacional para a Democracia (NED), está bem documentado.
Após seu breve estágio, Jiang retornou aos Estados Unidos para concluir sua graduação em Literatura Inglesa na Universidade de Yale. Em seguida, mudou-se para a China, onde trabalhou como jornalista.
Seu livro praticamente não oferece informações sobre suas atividades profissionais durante a década entre sua formatura (1999) e 2008.
Dito isso, está documentado que ele escreveu para diversos veículos como colaborador/redator freelancer. Esses artigos daquela época são particularmente importantes para compreender sua trajetória e perspectivas.
Em dezembro de 2000, Jiang publicou um artigo intitulado "Problema de Consumo" na Revista Econômica do Extremo Oriente.
Partindo da situação dos pacientes com tuberculose, o texto ataca o sistema de saúde da China.
E enfatiza o papel crucial das ONGs na prestação de cuidados de saúde quando o governo falha nesse aspecto. Destaca, em particular, a necessidade de o governo permitir o fluxo de financiamento estrangeiro para as ONGs.
Lutando para se Organizar (setembro de 2001, Far Eastern Economic Review): Publicado um mês após o artigo de Gordon Chang, "O Colapso Iminente da China", o artigo afirmava que as reformas das empresas estatais chinesas levaram ao colapso das classes mais baixas (em parte verdade) e incentivava os trabalhadores a se organizarem "espontaneamente" (liderados por advogados de direitos humanos formados em Yale), em consonância com a narrativa de Gordon Chang sobre o iminente colapso da China.
Carta da China (fevereiro de 2002, The Nation): Semelhante em conteúdo a "Lutando para Organizar", mas com mais detalhes. Segundo relatos, ele foi preso pela polícia chinesa em 2002 enquanto fazia reportagens sobre fábricas na China.
Afeganistão: "Servir ao meu povo" (2006 Relatório do Banco Mundial, citado de um relatório que ele escreveu enquanto trabalhava na Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão: Relatou as terríveis condições de saúde no Afeganistão, enfatizando o papel crucial do financiamento da USAID na situação.
bem-estar do povo afegão, a fim de legitimar o investimento dos EUA no setor de saúde local.
Embora eu não tenha como provar isso com 100% de certeza, é possível que todos cheguem à mesma conclusão que eu: após ler atentamente esses artigos e considerando sua experiência profissional (especialmente seu trabalho no Afeganistão durante o período da invasão americana), bem como as tarefas especiais da Universidade de Yale na China por volta de 2000, tudo indica que Jiang Xueqin pode ser um agente federal.
Uma curiosidade: em 2015 o jornal O Globo fez uma reportagem que envolve ele.























Uma vez comecei a ver uma aula dele: ele parece um personagem de um livro escrito no chat gpt.
Ele é conspiracionista louco, diz que os Rockfeller financiaram os bolcheviques...